Mário Figueiredo defende que "a verdade desportiva do campeonato está desvirtuada" pelas desigualdades das receitas dos clubes resultantes dos direitos televisivos. “O que apresentámos na Assembleia foi a centralização dos direitos televisivos.(ver) Os clubes de topo não receberiam menos do que os valores actuais. Do quinto classificado para baixo e até ao último clube da II Liga os clubes receberiam mais 50% das receitas que auferem actualmente. Fizemos a proposta e tínhamos investidores”, detalha.
Há clubes que têm contratos de longa duração com a Olivedesportos mas o presidente da Liga defende que “não são válidos”. A esse propósito, Mário Figueiredo anuncia que apresentou “uma queixa na Autoridade da Concorrência contra a Olivedesportos”. O dirigente confia que “até ao fim de 2013 os clubes estarão disponíveis para negociar centralizadamente os direitos”. E revela que se a Liga ganhar o processo irá “apresentar uma acção contra o Sr Joaquim Oliveira para a pedir o dinheiro que ele ficou este tempo todo”.
Mário Figueiredo considera que “a verdade desportiva do campeonato está desvirtuada e começa estruturalmente na questão dos direitos de transmissão televisiva. E a culpa não é dos clubes. É do sistema”, conclui. - (Entrevista ao programa "Terça à Noite" da Renascença)
Recordemos esta noticia do Jornal "Record" em 4 de Novembro de 2000..
«Munindo-se de pareceres de renomados juristas, como Pires de Lima, Antunes Varela e Meneses Cordeiro, entre outros, os três juízes-desembargadores, Urbano Dias, Martins Lopes e Marcos Rodrigues, fazem considerações pouco abonatórias em relação à Olivedesportos. O acórdão diz mesmo que os contratos celebrados entre aquela empresa e a Direcção do Benfica, presidida por Manuel Damásio, "são contrários à própria Constituição, como também à Lei de Televisão".
Tal como alegaram os responsáveis dos encarnados, o facto de a Olivedesportos não ser um operador de televisão é uma das principais teses apresentadas para determinar a anulação dos acordos celebrados».
Continuo na minha:
Joaquim Oliveira é um caso de policia!

Prendam o chulo !!!!
ResponderEliminarAgora que o Benfica finalmente se livrou do oliveira, este presidente da liga começa a falar em centralizaçao dos direitos de transmissao televisiva na liga...mais uma maneira de tentarem evitar que o benfica ganhe o seu dinheiro com a transmissao dos seus jogos...
ResponderEliminarClaro que é!
ResponderEliminarMas, quando toda a gente ao redor é corrupta, quem é que vai preso? Pois é... ninguém... ou quase ninguém, pois o Vale e Azevedo foi... Não é que ele não tenha feito "merda" para o merecer, mas cada vez mais acho que ele foi um pouco bode expiatório.
Não é à toa que ainda hoje haja tanta perseguição dos media ao homem. Enquanto outros lá vão passando entre os pingos da chuva!
Já agora, porque é que não investigam bem o BPN e as linhas de crédito que este banco oferecia a muita gente ligada à "tribo do futebol"?
Queres mesmo que te responda ?
EliminarE pcosta que destruiu o futebol português em 30 anos? Nem com escutas (claro que tinham que ser ilegais!!! Que jeito dá serem sempre ilegais as provas que metem na cadeia pulhas como este), putas e tudo o mais para fazerem resultados, avaliações de árbitros para serem internacionais, prémios para o proença como arbitrar finais europeias....
EliminarO nosso país está enterrado em merda desde o cavaco, coelho, portas, relvas, jardim gonçalves, o gajo do pingo doçe e o do continente, juízes corruptos como o do camarote das antas, bpn, ulrich do bpi, boys dos vários partido a chular todos nós, enfim são aos milhares a cambada que a gente sustenta e quando é para pagar bpn's também servimos para isso. Somos carne para canhão!!!
Hertha
Menezes Cordeiro
ResponderEliminarA centralização dos direitos televisivos dá pano para mangas. Se é certo que em teoria seria salutar uma maior competitividade entre as equipas, por outro lado não deixa de ser verdade que o futebol português não terá escala suficiente para ter mais de três equipas competitivas internacionais. Se em vez de três grandes e os outros pequeninos passarmos a ter só equipas médias no topo haverá um nivelamento por baixo embora um campeonato mais equilibrado. Seria eventualmente uma liga à filandesa ou à eslovaca com vários campeões mas sem músculo para as provas europeias, e não devemos esquecer que a tendência será para a criação de uma superliga pan-europeia, e se os chamados três grandes perderem dimensão ficarão em menores condições de representar o futebol português numa competição desse tipo ou nos moldes actuais.
ResponderEliminarClaro que ao organizador da liga interessa promover a competitividade e o interesse desportivo da prova com medidas tendentes a priveligiar esse quadro, como faz por exemplo a NBA em que as equipas pioeres classificadas na época anterior têm preferência na escolha do draft dos jogadores mais promissores e talentosos, os roockies. Sem dúvida que tal medida promove o nivelamento entre as equipas, mas não se pode comparar o que não é comparável, e a realidade americana e da NBA é muito diferente do da liga portuguesa, as equipas da NBA provêm de estados-nações unidos federalmente em que as equipas provêm de cidades e regiões de grande dimensão económica e demográfica que não têm equiparação no caso português, portanto no caso da NBA trata-se mais de assegurar o não desvirtuamento desse equilibrio natural pré-existente enquanto no caso português será difícil conjecturar uma situação em que o Moreirense de uma vila com três mil habitantes possa competir com os colossos de Lisboa e Porto, assim o nivelamento aqui seria mais artificial sem sustentação de base em implantação regional. Não digo que seja impossível ser competitivo e ter qualidade com menos recursos, como demonstra actualmente o Braga, mas como tempo passadas essas oscilações temporárias na correlação de forças a tendência natural é a da imposição da lei do mais forte.
Muito cuidado portanto com as pretensas boas intenções do presidente da liga ou de alguns clubes pois o que pareçe estar aqui em causa é uma guerra pelo controlo e monopólio de mercado entre a Olivedesportos e outros que ainda não se revelaram, mas não será à toa que de repente muitos clubes pareçe que se viraram contra actual direcção da liga que elegeram, estarão porventura em causa outros interesses que não só o dos clubes; seria aliás interessante a analisar a rede de influências e trama de ligações entre presidentes de clubes, empresários e agentes, e outros actores de mercado na indústria futebolistica, é que o sistema é um polvo de multiplos tentáculos e em jogos de milhões ninguém fica à espera que as coisas aconteçam por si, e, pergunto eu, será por acaso que José Eduardo Moniz tenha chegado precisamente nesta conjuntura ao Benfica?
Quanto à legalidade dos contratos, é estranho que só agora se contestem certas situações. Não sendo jurista não posso avaliar a extensão em que não sendo a Olivedesportos um operador televisivo tal põe em causa a legalidade dos contratos, mas tudo isto tem um histórico e um passado que remonta pelo menos a 1992 quando a RTP adquiriu os direitos de transmissão por uma época ao Benfica o que nos permitiu contratar o Futre. Ora o responsável tutelar da altura, o então primeiro-ministro Cavaco Silva criticou publicamente o negócio dizendo que a RTP não deveria financiar os clubes dessa forma, ora, sagaz, o Joaquim Oliveira percebeu aí o furo e aproveitou a ocasião embalado pelo apoio da banca numa relação que se viria a perpetuar noutros negócios e que agora tem 300 milhões entalados na Controlinveste. Resultado: aproveitando a estrutura de mercado do futebol português que sempre viveu de expedientes como as bombas de gasolina, especulação imobiliária (terrenos camarários, centros de estágio, estádios novos, ...), bingo, totonegócio, etc., os direitos televisivos constituêm apenas mais um capitulo nessa saga que já têm mais remakes que o star trek e o star wars juntos, daí que os clubes prefiram vender os direitos a quem os compre por atacado numa antecipação de receitas que financie a falta de rigôr na gestão dos clubes em vez de os negociarem jogo a jogo ou por época, o que por si só não é mau mas tem limites. É nisso que a liga deve apostar, na transparência e salutar gestão dos clubes, como o tem procurado fazer a UEFA, única forma sustentável de assegurar a almejada competitividade e que poderá servir de sustentáculo para outras medidas à posteriori como a centralização dos direitos, num quadro estável - é que as casas começam-se pelo alicerçes e fundações e não pelo telhado
ResponderEliminarpatriarca disse:
ResponderEliminarEles têm medo do Oliveirinha Porco e seus lacaios Porco-Corrupto e relvados mafiosos.
Alguém tem que colocar mãos nesta PODRIDÃO.
Este submisso, que faz parte integrante do Sistema, NUNCA se preocupou com qualquer coisa que ao futebol dissesse respeito para o Beneficiar, pelo contrário, agora anda com INVENÇÕES macabras, atitudes de quem anda e diz algo a mandado de outrem. Não dá uma certa, erra em tudo o que faz ou propositadamente ou por incompetência pura, ninguém lhe passa "cartucho" mas o gajo lá vai vomitando invenções que só na sua oca cabeça cabem.
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