Luís Filipe Sanches considera que a atitude de Jorge Jesus em Guimarães fortaleceu a união entre os adeptos e o treinador do Benfica. Explica como tudo aconteceu.
«Estava a festejar a vitória pendurado no gradeamento, fui empurrado e cai no relvado. Decidi tentar a minha sorte e conseguir uma camisola do Benfica. Quando me apercebo, apanharam-me pelo pescoço e tinha quatro pessoas em cima de mim. Ouvi Jorge Jesus dizer “Por favor, larguem o rapaz. Deixem o rapaz regressar à bancada”, mas o polícia disse que já não podia ir. Não houve agressões de ninguém. A atitude de Jorge Jesus foi de uma pessoa que não deixa ninguém para trás, comoveu-me porque dá uma grande força à massa associativa ver a união entre o grupo e os adeptos. Foi uma grande ação de Jorge Jesus»
Muitos foram os incautos que falaram de violência de Jorge Jesus sobre as forças da autoridade, mas Luís Sanches refutou: “Nunca tive nenhuma postura violenta, não sou violento. O que se passou foi na emoção de conseguir a camisola de um ídolo. Não houve agressões, nem por parte do Jorge Jesus. O treinador só pedia para me largarem.” Site do SLB
A Ver:Muitos foram os incautos que falaram de violência de Jorge Jesus sobre as forças da autoridade, mas Luís Sanches refutou: “Nunca tive nenhuma postura violenta, não sou violento. O que se passou foi na emoção de conseguir a camisola de um ídolo. Não houve agressões, nem por parte do Jorge Jesus. O treinador só pedia para me largarem.” Site do SLB
É MENTIRA!!

Não sei qual foi a motivação de JJ para ontem sair em defesa dos adeptos e de um particular. Já ouvi várias interpretações, fico-me pela minha: tal como a mim, também a JJ incomodam este actuação excessiva e cobarde pelo que se viu forçado a tomar uma posição. As imagens não deixam dúvidas, um agente da PSP agride um adepto pelas costas, não me parecendo que a manifestação em causa o justificasse. A menos que a situação seja desmentida, tratava-se de uma invasão pacifica, e mesmo que excessiva face aos regulamentos, não justifica uma intervenção deste tipo. Ontem foi com estes, amanhã é connosco.
ResponderEliminarretirado de A Norte de Alvalade
Um adepto rodeado por 4 e mesmo assim houve um rambo que achou que tinha de derrubar o homem cercado... o Jesus estava a pedir calma aos adeptos mas só depois percebeu que tinha de pedir calma aos seguranças e policias... que não tiveram nenhum bom senso e provocaram uma tempestade completamente desnecessária.
ResponderEliminarObrigado Mister por defenderes os teus!Sendo assim agora é hora de irmos para a "Guerra" com Jorge Jesus,mostrar que somos reconhecidos a quem luta por nós.Não o vamos deixar caminhar sozinho..
ResponderEliminarPode ter sido a gota de água para acabarmos de vez com a Máfia.Temos que mostrar o nosso agradecimento a Jorge Jesus e mostrar claramente que estamos com ele.Viva o Benfica.
É preciso passar esta ideia em todos os blogues do Benfica.Temos que estar com Jesus,mostrar que somos reconhecidos a quem nos defende.Vamos todos para a guerra se for preciso.Há que passar esta mensagem.
ResponderEliminarA quem sugira inquéritos. Num país de bem nem seria preciso, a coisa seria oficial. Mas neste país?!!!::: Quantos inquéritos já não pediu o Benfica nestes últimos 30 anos? Incluindo audiências ao Ministro Interior, nomeadamente quando um seu Presidente (Jorge de Brito) foi agredido no túnel das Antas?
ResponderEliminarResultado: "tudo para o caixote do lixo".
Enquanto houver a justiça da injustiça neste país em que os justiceiros lavam as mãos à Pilatos, dizendo, "não se provou" o que mudialmente está provado, só restam as nossas próprias armas: apoiar, apoiar, apoiar o Benfica e tudo o que seja Benfiquista, mas benfiquista, Benfiquista. E difundir as constantes malfeitorias dos outros, denunciando, denunciando no "olho por olho, dente por dente". Afinal, temos órgãos de comunicação próprios para isso e para não dar nem um centavo a qualquer um dos outros, seja na compra de jornais, seja nas audiências que não devemos proporcionar, incluindo comentários que alguns inserem nessa maltrapilha de comunicação social vendida e de cócoras perante a corrupção desportiva.